PUTZ!, perdi a Sessão Dark Side
do Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. Eu descobri apenas no dia seguinte – tarde demais, óbvio –, e eu estava louco para ir. Teve até um filme de um colega meu de colégio (Carlos Gananian).
Mas graças à Deus – talvez, no contexto, capeta seja mais apropriado – graças ao Demo, a Sessão do Comodoro que invadirá o Festival será amanhã (e eu sei disso).
Programa irretocável:
Dia 31 de agosto (quarta-feira), no CineSesc, às 22.00 horas
- na seqüência, às 24 horas, os melhores (e mais radicais) filmes de Nick Zeed e Richard Kern, do movimento “Cinema of Transgression”.
Programa
Noturno, de Dennison Ramalho (12 min)
Ressurreição, de Arthur Omar (6 min)
Visionários, de Fernando Severo (15 min)
O Papa do Pulp: R.F. Luchetti, de Carlos Adriano (15 min)
Tim Maia, de Flávio Tambellini (15 min)
À Meia Noite Com Glauber, de Ivan Cardoso (16 min)
Baiestorf: Filmes de Sangueira e Mulher Pelada de Christian Caselli (20 min)
(retirado do Reduto do Comodoro)
Os únicos destes que eu já assisti (ambos duas vezes) são O Papa da Pulp, do Carlos Adriano, e Visionários, com espetacular música do Harry Crowl. E vale muito a pena revê-los inúmeras vezes, pois mostram que documentários não devem ser chatos, bobos e educativos, e, sim, inventivos e sublimes. Ambos o são, de maneiras diversas.
continua abaixo...
Escrito por paulo fernando às 20h42
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